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 Hospital de Anchorage - 24 de Janeiro

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AutorMensagem
Joshua E. Stuart

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Mensagens : 61
Data de inscrição : 04/11/2011

MensagemAssunto: Hospital de Anchorage - 24 de Janeiro    Qua 11 Abr 2012 - 11:19


Hospital de Anchorage
24 de Janeiro ~ Madrugada




All I need is you
Come please I'm callin'
And oh I scream for you
Hurry I'm fallin'

Já era uma rotina, enquanto o pai estava na delegacia e os irmãos estavam na faculdade, Joshua Stuart estava em Anchorage. Ele era esperto o bastante para não aprontar perto de casa, afinal ninguém iria querer vender drogas para o filho do delegado.


Show me what it's like
To be the last one standing
And teach me wrong from right
And I'll show you what I can be
Say it for me
Say it to me
And I'll leave this life behind me
Say it if it's worth saving me

Já era o segundo dia consecutivo que ele não voltava para casa, ele vagava pelos bares e vida noturna de Anchorage. Ele também não dormia, simplesmente não sentia o sono, afinal o que ele tinha usado o deixava ligado demais.

Durante a madrugada ele conheceu uma garota ruiva, sexy e dançava incrivelmente bem e ele se juntou a ela. Acabaram a noite juntos em um quarto de hotel, ele já nem sabia o nome dela, afinal não importava, mas em alguns momentos durante o sexo ele a chamou de outro nome, o nome da garota que ocupava seus pensamentos e ele ansiava veementemente esquecer.

Quando terminaram o ato eles foram juntos para o banho, porém ele sentiu-se mal e caiu no piso do banheiro convulsionando. A garota ligou para a emergência, mas ela não ficou ali esperando que o resgate chegasse, e ele ficou ali sozinho enquanto se debatia incosciente e uma poça de sangue formava no chão onde sua cabeça estava.


Heaven's gates won't open up for me
With these broken wings I'm fallin'
And all I see is you
These city walls ain't got no love for me
I'm on the ledge of the eighteenth story
And oh I scream for you
Come please I'm callin'
And all I need from you
Hurry I'm fallin

Ele foi levado para o hospital principal de Anchorage e lá recebeu todos os cuidados necessários. E então quando vistoriaram a carteira e o celular em busca de contato de emergência, encontraram no celular um contato intitulado casa, e então eles ligaram informando o ocorrido e que ele só teria alta se alguém de sua família fosse buscá-lo.


Show me what it's like
To be the last one standing
And teach me wrong from right
And I'll show you what I can be
Say it for me
Say it to me
And I'll leave this life behind me
Say it if it's worth saving me
Hurry I'm fallin



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Jenipher M Stuart

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Mensagens : 34
Data de inscrição : 11/11/2011

MensagemAssunto: Re: Hospital de Anchorage - 24 de Janeiro    Qui 17 Maio 2012 - 9:45

Jenny havia chegado em casa da faculdade há poucos momentos. Era estranho chegar numa casa vazia. Fazia anos que sua casa não era a mesma, na verdade, desde a morte de sua mãe, mas ela ainda não se acostumara. Quem sabe ela jamais se acostumaria. Ela foi até a geladeira e viu o bilhete de Jack preso sob um imã. Sempre a mesma coisa, não importa se tínhamos telefones e meios mais fáceis e rápidos de comunicação, ele mantinha velhos hábitos.

Suspirei e subi as escadas, acendendo as luzes. Chequei os quartos e ninguém estava em casa. Fui até meu quarto e tirei a blusa para tomar banho, mas o telefone tocou e o atendi enquanto tirava o resto da roupa, mas a voz do outro lado me fez parar.

Uma mulher falando ser do hospital em Achorange, dizendo que havia um garoto internado e que na carteira dele havia o documento de Joshua... eu parei de ouvir depois. Enfiei a roupa de qualquer jeito e desci para a garagem. Tirei meu carro e sai acelerando em direção á outra cidade. O caminho não era complicado e ter o GPS no celular ajudou, mas tudo o que eu conseguia pensar era que alguma coisa terrível havia acontecido com Josh, alguma coisa que poderia o tirar de mim para sempre.

Meu coração palpitava e eu nem sei se cruzei farol vermelho ou quase atropelei alguém, apenas sei que o limite de velocidade nem passou pela minha mente naquele momento. Acelerava tanto quanto o carro aguentava, e digamos que ele aguentou bem.

Chegando ao hospital eu furei todas as filas de atendimento e disse que era irmã de uma pessoa que havia dado entrada, Joshua, e enfiei meu documento nela olhando para ela em franco pânico. Vendo minha situação, a menina me indicou para outra enfermeira que me disse que ele estava fora de perigo, mas que havia ingerido algo que desencadeara um processo de... overdose.

Fiquei a encarando e senti minhas mãos tremendo. Ela voltou a dizer que ele não estava mais em perigo, mas que o sistema dele estava fraco e que ele precisaria ficar em observação e, claro, evitar o uso de novas substancias, pois poderia ser fatal. Eu fiz que sim com a cabeça e a segui e ela então me levou a um quarto. Ele estava de olhos fechados e haviam máquinas ligadas a ele. Meu coração quase deu um triplo-mortal-carpado e senti o chão querendo sumir sob meus pés, mas a mulher me segurou.

Ela me colocou sentada em uma poltrona e disse que me traria água e alguma coisa para me acalmar Acalmar?! Como se fosse possível. Eu apenas fiquei sentada, olhando ele. Ele parecia tão frágil ali deitado, parecia tão... inocente. Por que ele havia feito aquilo... por que ele havia tentado... se matar?! O que era tão terrível na vida dele que fizera ele querer fugir por um caminho tão arriscado?

Levantei e me aproximei dele, colocando minha mão na dele e logo as lágrimas tomaram meus olhos. Olhei para a porta e a enfermeira me trouxe um copo de água com um comprimido. Sorri e agradeci, tomando e puxando a poltrona para perto da cama, de forma que eu pudesse ficar ao lado dele, segurando sua mão. E eu não sairia de lá até ele acordar.

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Joshua E. Stuart

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Mensagens : 61
Data de inscrição : 04/11/2011

MensagemAssunto: Re: Hospital de Anchorage - 24 de Janeiro    Seg 4 Jun 2012 - 9:32

bo


Preso em um pesadelo, era assim que Joshua esteve enquanto seu corpo repousava colocado em estado de inconsciência induzida para que os médicos pudessem monitorar o um leve inchaço no cérebro ocasionado com a queda no banheiro. Quando ele saiu do estado critico e qualquer lesão mais grave foi descartada, eles suspenderam os sedativos e sue corpo ficou apenas recebendo os medicamentos sem sedação. Porém nesse tempo todo ele não parecia estar totalmente inconsciente, ele foi atormentado por cenas do seu passado, quando ele e o irmão gêmeo encontraram a mãe na banheira, os comprimidos caídos no chão e a água estava escarlate pelos pulsos cortados, quando a cena mudou, foi a vez de ser atormentado pelo amor e culpa que sentia por Jenny, e então aquela cena que ele ainda não conseguia entender, era alucinação ou ele realmente tinha visto coisas?

Aos poucos ele foi voltando a consciência e seu corpo despertando, a primeira coisa que seus sentidos registrou foi um apito, o som da maquina que monitorava seus batimentos, e então sentiu uma caricia em sua mão e isso foi isso que fez com que ele se esforçasse para abrir os olhos, a claridade fez com que ele piscasse varias vezes até conseguir abrir totalmente os olhos, com a visão turva e ainda um tanto confuso sobre onde estava, ele viu um borrão que aos poucos foi tomando foco forma, e ali estava a ruiva que vivia eternizada em seus sonhos e também pesadelos. Jen? a voz dele saiu um tanto rouca e grogue. Ele olhou em volta e viu que estava com alguns fios ligando seu corpo a uma maquina, e também viu que estava tomando soro, agora não havia duvidas para ele que ele estava em um hospital. O que aconteceu? ele perguntou confuse, ele não se lembrava de nada do que havia acontecido nos últimos dois dias, sua ultima memória era de estar indo para a festa da fogueira. Cadê o papai e o Jasper? ele perguntou um tanto alarmado, sem saber se era o único no hospital. Ele voltou a olhar para ela, e agora que já havia se acostumado com a claridade, seu foco estava de volta, e ele viu que ela estivera chorando Não chora princesa. ele disse segurando a mão dela com mais força e acariciando com o dedão a pele alva e usando o apelido que ele a chamava desde que eram menores e ela corria para sua cama procurando proteção nos dias de chuva, e ele a acalmava dizendo que princesas não tinha medo de trovões, lembranças como essas era como acertar uma faca em seu peito.




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Jenipher M Stuart

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Mensagens : 34
Data de inscrição : 11/11/2011

MensagemAssunto: Re: Hospital de Anchorage - 24 de Janeiro    Ter 12 Jun 2012 - 10:36

As lágrimas escorriam por seu rosto silenciosas. Como explicar a dor que sentia naquele momento? Se ela o perdesse não seria apenas um irmão que perderia, um amigo, um cúmplice, seria o amor da sua infância, da sua adolescência, da sua vida. O príncipe encantado que povoava seus sonhos e fantasias desde que ela conseguia se lembrar. O homem com quem sempre se imaginou casando, tendo filhos, sendo feliz para sempre, ainda que isso fosse errado, um pecado terrível e proibido.

Ela passava o dedo sobre a mão dele. Ela estava tão gelada, tão imóvel. E se ele não acordasse? E se acordasse para ter algum problema, algum efeito colateral do abuso... de tudo ao qual ele estava tão cruelmente se submetendo? Ela sente o coração apertar de dor e mágoa. Era terrível. Era terrível pensar no que ele estava fazendo consigo, pior ainda pensar que ela jamais dissera para ele tudo o que ele realmente significava para ela.

A verdade, a verdade terrível e proibida é que não era uma questão de sonhos de criança, não era físico e descontrolado, apenas uma chama motivada por hormônios adolescentes, era... amor. Se aquilo não era amor, ela não tinha ideia do que poderia ser. E ela jamais dissera para ele o quanto o amava, como aquela uma noite... ainda que vinda apenas da bebedeira dele, ainda que para ele não tivesse sido mais do que apenas um momento para se arrepender eternamente, como para ela... fora um sonho.

Fora um tanto inesperado, bruto, estranho, doloroso, mas fora... sua primeira vez. E com quem ela amava. E agora ele estava ali, de olhos fechados, inconsciente, perigando ter ficado com sequelas e problemas que poderiam...

- Jen – ela ouve, virando o rosto para olhar para ele, ter certeza que ele havia acordado. O rosto ainda estava vermelho pelas lágrimas e ela o encarava como se esperasse que a realidade a atingisse e ela acordasse para a realidade brutal sem ele. – O que aconteceu? Cade o papai e o Jasper? – ela fica olhando para ele e antes que respondesse ou se controlasse ela sorri e continua despejando lágrimas – Não chora princesa... – ele diz fazendo carinho na mão dela.

Ela limpa os olhos e repreende a vontade de se jogar no colo dele, apenas sorrindo e suspirando – Oi...- ela limpa o rosto – Você está no hospital eles... você passou da conta e seu sistema entrou em colapso. – ela passa a mão no rosto dele – Eles não sabem ainda eu... apenas vim o mais rápido que podia. Eu não podia... eu fiquei com tanto medo de te perder. - ela beija a mão dele com carinho – Promete que não vai mais fazer isso, promete que não vai mais ser assim... pro favor eu não quero te ver assim nunca mais. – ela encosta o rosto na mão dele como se aquele fosse o máximo de carinho que poderia com ele. E de fato era. Tanto que queria falar para ele e agora que ele estava ali e que estavam sozinhos, a coragem havia fugido e ela apenas poderia se deixar amar ele em silêncio, como sempre.

Não importava o que ela sentia, era errado. Não importava o quanto ela o amava, eles dois nunca seriam mais do que irmãos por afeto e o sentimento dela teria que morrer enclausurado em seu coração. Ela beija a mão dele novamente e encosta a testa nela, estando grata que os anjos não tinham o levado para junto de sua mãe... ainda não.
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Joshua E. Stuart

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Mensagens : 61
Data de inscrição : 04/11/2011

MensagemAssunto: Re: Hospital de Anchorage - 24 de Janeiro    Qui 26 Jul 2012 - 21:56





Quando Joshua acordou em uma cama de hospital, ele estava um tanto desorientado sem saber como havia ido parar lá e sem recordar com clareza dos últimos dois dias. Ele se lembrava apenas de estar indo para a festa da fogueira. Ao ver Jenny ao lado de sua cama, chorando, ele se preocupou com o que havia acontecido, e porque seu irmão gêmeo e seu pai não estavam ali. Receoso ele perguntou para a ruivinha o que havia acontecido e onde eles estavam.

Ela sorriu para ele, apesar de ser um sorriso triste, ainda era o sorriso mais perfeito que nenhuma outra garota conseguia reproduzir, um sorriso que fazia com que ele ficasse mais calmo enquanto ela explicava. – Você está no hospital eles... você passou da conta e seu sistema entrou em colapso. – nesse momento ele fecha os olhos constrangido e então começa a forçar a memória daqueles dias, ele consegue ter pequenos flashes, ele realmente havia passado da conta. Ele sente a mão dela em seu rosto e abre os olhos perante o carinho aquecedor – Eles não sabem ainda eu... apenas vim o mais rápido que podia. Eu não podia... eu fiquei com tanto medo de te perder. Promete que não vai mais fazer isso, promete que não vai mais ser assim... pro favor eu não quero te ver assim nunca mais. – Ela encostou o rosto na mão dele e ele acariciou o rosto dela com ternura, sentia-se muito culpado por ter colocado a tristeza e lagrimas naquele rosto perfeito. Ele a amava tanto, mais do que era permitido e saudável, e isso o quebrava ao mesmo tempo em que isso era o motivo para querer ser forte. - Você não vai me perder, princesa. Eu não vou a lugar algum. – ele disse acariciando o queixo dela, odiando ver o quanto ela havia ficado assustada pelas idiotices dele. Ele se dá conta em como teria transformado a vida dela, do seu pai e irmão, se por acaso ele tivesse morrido de overdose, como esteve por um triz - Eu prometo que não vou mais fazer isso. – ele disse de forma séria e sincera.

Ele se afastou um pouco na cama fazendo um espaço do lado onde não havia os fios que ligava ao monitor, e nem o fio da medicação e ainda segurando a mão dela a puxou levemente e disse. - Vem aqui comigo. – ele diz a chamado para junto dele na cama e então ele a abraça de forma protetora como fazia sempre que ela ficava com medo ou precisava ser consolada - Você não precisa ficar com medo ok? Eu estou aqui. – Ele disse acariciando o cabelo dela e dando um beijo em sua testa, sentindo o perfume dela tão perto, tão aconchegante. Ele respirou fundo tentando afastar aqueles pensamentos e disse - Posso te pedir uma coisa? Vamos deixar isso ser nosso segredo, o papai não precisa se preocupar comigo...eu prometo que vou parar. – ele diz tentando parecer confiante e certo de sua decisão.





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